Depoimento sobre Leitura e Escrita
Andréia Brandão
Andréia Brandão
De inicio já vou informando que quem tem que gostar de ler, gosta mesmo e não dá ouvidos para quem boicota, e acha que ler não serve para nada, pois quando eu ficava horas e horas lendo, o que eu mais ouvia em casa era isso; “Ler não serve para nada, não paga contas e é uma perda de tempo.” Então posso afirmar que o estímulo é fundamental para que nós tenhamos o acesso e depois possamos fazer nossas próprias escolhas e foi o que aconteceu comigo.
O meu incentivo a leitura ocorreu na escola, pois eu tive um professor na 5ª série (1981) que nos levou para a biblioteca da escola, nós fizemos fichas de empréstimo e ele nos apresentou os livros da Coleção Vaga Lume e Para gostar de ler, que eu ‘’devorei’’, e em sala de aula nós tínhamos a leitura obrigatória e mais uma vez, teve um livro que eu gostei muito, ‘’Criança diz cada uma!’’ de Pedro Bloch. E não posso esquecer mesmo de citar um livro que me marcou muito, “ A máquina do tempo’’ de H.G Wells, simplesmente fenomenal e inesquecível! Depois, eu fiz a carteirinha da biblioteca da cidade e me tornei uma leitora de aventuras e romances policiais, li os livros da Agatha Christie e do Georges Simenon, e de um escritor escocês que eu adorei chamado A J Cronin, ele tem livros maravilhosos (romances idealistas de crítica social) e disponíveis na internet em PDF.
A minha experiência no mundo da literatura brasileira iniciou-se no antigo Colegial (Ensino Médio), devido à leitura obrigatória dos livros e foi nesse período que tive contato com alguns autores, como José de Alencar (Santo Deus, que autor para descrever...) e li com muito prazer os livros que na época a professora os chamava de perfis de mulheres: “Senhora, Diva e Lucíola; e cito os outros, que foram : “ Cinco minutos, A viuvinha e O Guarani’’. Posso afirmar que amei o livro “Senhora ‘’ e mesmo depois da prova, o li mais duas vezes.
Quanto a outro livro que li várias vezes foi “Memórias de um sargento de milícias” de Manuel Antonio de Almeida, simplesmente a história é bem-humorada, sarcástica e irônica, não tem como não gostar. Já Machado de Assis, li ‘Dom Casmurro’’, por obrigação no colegial e também na faculdade, parece que esse livro me perseguia.
O que posso dizer é que através das leituras por prazer e das obrigatórias do colegial e da faculdade me foi proporcionado o acesso à análise do comportamento humano, muitas viagens além da imaginação, pois para mim, as leituras proporcionaram e proporcionam momentos que só quem lê é que pode tentar transmitir para as palavras, algumas conclusões tais como: melhor visão das atitudes das pessoas, os jogos de interesses, as intenções, as consequências e um amadurecimento da própria visão do ser humano que é tão rico, criativo, vence desafios, quebra regras, mas ao mesmo tempo é tão cruel, egoísta, dissimulado. A leitura nos proporciona muitas vezes uma esperança de que algo pode ser feito e de que lá na frente tudo pode ser melhor. E também graças às leituras tornamos melhores nossos argumentos e falamos e escrevemos com maior profundidade.
O meu incentivo a leitura ocorreu na escola, pois eu tive um professor na 5ª série (1981) que nos levou para a biblioteca da escola, nós fizemos fichas de empréstimo e ele nos apresentou os livros da Coleção Vaga Lume e Para gostar de ler, que eu ‘’devorei’’, e em sala de aula nós tínhamos a leitura obrigatória e mais uma vez, teve um livro que eu gostei muito, ‘’Criança diz cada uma!’’ de Pedro Bloch. E não posso esquecer mesmo de citar um livro que me marcou muito, “ A máquina do tempo’’ de H.G Wells, simplesmente fenomenal e inesquecível! Depois, eu fiz a carteirinha da biblioteca da cidade e me tornei uma leitora de aventuras e romances policiais, li os livros da Agatha Christie e do Georges Simenon, e de um escritor escocês que eu adorei chamado A J Cronin, ele tem livros maravilhosos (romances idealistas de crítica social) e disponíveis na internet em PDF.
A minha experiência no mundo da literatura brasileira iniciou-se no antigo Colegial (Ensino Médio), devido à leitura obrigatória dos livros e foi nesse período que tive contato com alguns autores, como José de Alencar (Santo Deus, que autor para descrever...) e li com muito prazer os livros que na época a professora os chamava de perfis de mulheres: “Senhora, Diva e Lucíola; e cito os outros, que foram : “ Cinco minutos, A viuvinha e O Guarani’’. Posso afirmar que amei o livro “Senhora ‘’ e mesmo depois da prova, o li mais duas vezes.
Quanto a outro livro que li várias vezes foi “Memórias de um sargento de milícias” de Manuel Antonio de Almeida, simplesmente a história é bem-humorada, sarcástica e irônica, não tem como não gostar. Já Machado de Assis, li ‘Dom Casmurro’’, por obrigação no colegial e também na faculdade, parece que esse livro me perseguia.
O que posso dizer é que através das leituras por prazer e das obrigatórias do colegial e da faculdade me foi proporcionado o acesso à análise do comportamento humano, muitas viagens além da imaginação, pois para mim, as leituras proporcionaram e proporcionam momentos que só quem lê é que pode tentar transmitir para as palavras, algumas conclusões tais como: melhor visão das atitudes das pessoas, os jogos de interesses, as intenções, as consequências e um amadurecimento da própria visão do ser humano que é tão rico, criativo, vence desafios, quebra regras, mas ao mesmo tempo é tão cruel, egoísta, dissimulado. A leitura nos proporciona muitas vezes uma esperança de que algo pode ser feito e de que lá na frente tudo pode ser melhor. E também graças às leituras tornamos melhores nossos argumentos e falamos e escrevemos com maior profundidade.
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